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  • Maisa Dóris

Quase todas as disciplinas ensinadas na escola causaram ou causam algum tipo de aversão ou trauma na gente. Umas das que encabeça a lista é a redação. Tenho certeza de que se for seu caso você já até arrepiou aí só de ler a palavra.


Está certo que não dá para gostarmos de tudo e sermos bons em tudo. Mas a aversão geralmente está ligada a um comportamento de afastamento e de que aquilo seja então evitado. Particularmente no caso da redação é uma pena, afinal se comparássemos, por exemplo, o número de vezes na vida que precisaremos de nossa escrita, nossa expressão no texto com o número de vezes que calcularemos a tal hipotenusa a resposta estaria bem evidente: você precisará durante toda a sua vida se expressar em diversas formas de texto. Vai desde a primeira mensagem para um “crush”, até um texto sobre você para te classificar para uma entrevista de emprego. Não é para menos que o peso de redação nos exames vestibulares sempre foi alto. E os exemplos não param. Seu resumo profissional, sua descrição na página do Facebook ou mesmo Instagram. Seu material que apresenta seu trabalho ou o convite de aniversário do seu filho que você tanto gostaria de enviar com uma mensagem mais tocante aos seus amigos mais próximos. Se você ainda duvida dessa trava lembre-se dos cartões de felicitações: há aqueles em branco e aqueles com mensagem padrão. Se você opta pelo já escritos com mensagens padrão, pode ser um indicativo desse bloqueio, rs!


Essa trava ou seja lá o que for que possa ter te afastado do texto talvez deva ter acontecido porque você não foi preparado antes de escrever. E o que fazemos antes de escrever? Refletimos, conectamos a nós mesmos. Texto é conexão. Escrever é conexão.


Lembra que te diziam que quem lê mais fala melhor e escreve melhor? Mesma coisa. Conexão. Os livros que lhe foram indicados não se conectavam às suas ideais ou como você estava concebendo o mundo, o seu mundo. Lembre-se: conexão. As coisas precisam fazer sentido, senão nos desinteressamos delas e partimos para outra, porém o triste é que às vezes abandonamos habilidades que poderiam nos ser muito úteis durante toda a vida e o texto é uma dessas habilidades.


Um texto forte conecta, convence e para ser mais atual, engaja. Um texto forte é o que está por trás de um bom filme ou série. É o texto que faz você amar uma determinada propaganda ou marca. É o texto que fazendo amor com as ideias faz nascer grandes negócios e até mesmo impérios são construídos. O texto é sem dúvida uma das manifestações mais fortes de nossa intuição, de nossa “leitura de mundo” e exteriorização do que então entendemos e interpretamos.


Se você não ama escrever tudo bem, mas jamais diga “odeio” a escrita ou “odeio redação”. Se você fizer isso é um canal importante que você está fechando, não permitindo de forma alguma que ele seja iluminado em sua caminhada. Esteja aberto, aberta. Conecte-se a você e sua essência, deixe a sua comunicação passear por dentro de você e entenda que se daí surgir uma frase que seja, será sem dúvida alguma seu “Eu Superior” atuando, comunicando-se com você e então com o mundo. Garanto que será uma experiência a qual você jamais se esquecerá e certamente desejará vive-la mais uma vez e mais uma vez, mais uma vez e mais uma vez...


#tudoétexto

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“A estratégia sem tática é o caminho mais lento para a vitória. Tática sem estratégia é o ruído antes da derrota”. (Sun Tzu)


Tem umas definições que todos nós temos a certeza de que sabemos, e diferenciar estratégia de tática é a campeã nesse quesito. Entre os clientes que atendi e atendo, a maioria esmagadora se perde nessa hora. Ou por ter a certeza de que sabe, ou por ter a certeza de que tem uma e outra bem definida, porém quando os resultados não saem como planejados vem um bad vibe e começa a lamúria. O problema é que mais uma vez não cogitam que o erro pode estar no mais simples, como diz o ditado: “Deus e o Diabo moram dos detalhes”.


E por ser tão simples, e tão básico eu diria, a estratégia e a tática acabam ganhando pouco tempo dedicado a elas, a pensarmos sobre elas. Porém, concorda comigo que tudo que vier depois da definição dessas criaturas é pura execução? E execução atabalhoada vai dar ruim? Então! É por isso que eu amo discutir o conceito das coisas, ir para o macro, para depois pensar micro. Discutir conceito e, o porquê das coisas, para depois você se jogar no “como”. Faz sentido?


Dessa forma, pense a estratégia como o caminho que você vai trilhar e a tática como o veículo que vai te levar para lá. Do ponto de vista prático agora: se você tem um trabalho de prospecção a fazer com o objetivo de atrair novos clientes, defina como estratégia, por exemplo, criar novas oportunidades de relacionamento com seu público e então nesse caso “promoções” para novos clientes pode ser uma tática, grupos exclusivos de WhatsApp para novidades outra tática, e por aí vai. Todas as táticas estão, portanto, debaixo do guarda-chuva “estratégia. E tudo bem de você ter mais de uma estratégia, desde que separe bem as ações táticas, de modo que elas “conversem” com a estratégia, isto é, que façam sentido.


Um outro ponto a se levar em conta para avaliar suas estratégias e táticas é o tempo de execução dedicados a elas versus o resultado obtido. Mas isso é outra história e vou tratar no próximo artigo. Espero que tenha te ajudado de alguma forma em seu negócio ou ideias para novos negócios.


#boramelhorar

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  • Maisa Dóris

“Não temos um departamento de marketing, mas um departamento de pessoas. E não temos um departamento pessoal, temos um departamento de pessoas”. (Herb Kelleher)


Fazer comunicação e atuar com o marketing da sua empresa é definitivamente se importar com quem está na ponta, quem é o receptor da sua mensagem, por isso amo essa definição acima de pensar "pessoas", não processos.


Falando em pessoas e antes de seguir com esse artigo, eu te pergunto: você viu a mensagem de final de 2019 do Itaú??? Se não viu e pra te facilitar, segue aqui. Assista e depois siga nesse artigo que pode mudar sua vida, rs, sério!





Por isso, além de falar de plano definido, disciplina com seu propósito, nada melhor que refletir profundamente: com quem você está falando. E o mágico é que sempre que focamos nas pessoas, os processos acontecem e não o contrário.

Pense como o seu produto ou serviço é percebido pelo seu cliente, se a sua mensagem está clara, o quanto ele é desejável e mais importante, faça uma autocrítica para saber se você não está propondo um novo hábito para o seu cliente. Se estiver eu diria para você repensar, afinal criar novos hábitos nas pessoas é o caminho mais longo para fazer seu produto ou serviço decolar rápido. Mas isso é outro artigo aqui do Blog.


Agora me diz, você sabe a definição de persona e como você cria a sua?


Persona é a representação fictícia do cliente ideal de um negócio. Ela é baseada em dados reais sobre comportamento e características demográficas dos clientes, assim como suas histórias pessoais, motivações, objetivos, desafios e preocupações. A persona guia, especialmente no marketing digital, a criação de conteúdo e de ações de marketing digital.


Se você ainda não estudou sobre isso, se não praticou ou tão pouco sabia que existia, acabaram-se seus problemas...rs. Estou colocando aqui o link de uma galera sensacional, o pessoa da RD que você vai poder fazer hoje agora o exercício fundamental do seu negócio que é a persona, especialmente se você pretende ou já venda pela internet. E aí já sabe né, passa aqui pra me contar como foi!


https://resultadosdigitais.com.br/blog/persona-o-que-e/

#boramelhorar

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